Julio

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TOLERÂNCIA ZERO

In Family on 11/03/2009 at 22:59

PIOR É QUE A GENTE PERGUNTA ASSIM MESMO… 

…. E DE VEZ EM QUANDO ENCONTRA UNS ESPÉCIMES RAROS QUE NOS BRINDAM COM ESSAS MAGNÍFICAS RESPOSTAS!!!!

 
1. Quando te vêem deitado, de olhos fechados, na sua cama, com a luz apagada e te perguntam:
 - Você tá dormindo?
 - Não, to treinando pra morrer!  Nunca pensei em dar essa resposta!!!
 
2. Quando a gente leva um aparelho eletrônico para a manutenção e o técnico pergunta:
 - Tá com defeito?
 - Não, é que ele estava cansado de ficar em casa e eu o trouxe para passear.  ÓTIMA!!!
 
3. Quando está chovendo e percebem que você vai encarar a chuva, perguntam:
 - Vai sair nessa chuva?
 - Não, vou sair na próxima.  BOA!!!
 
4. Quando você acaba de levantar, aí vem um idiota (sempre) e pergunta:
 - Acordou?
 - Não. Sou sonâmbulo!  Esse é o comportamento clássico da criatura TOSCA!
 
5. Seu amigo liga para sua casa e pergunta:
 - Onde você está?
 - No Pólo Norte! Um furacão levou a minha casa pra lá!   Sem comentários

 
6. Você acaba de tomar banho e alguém pergunta: 
- Você tomou banho?
- Não, mergulhei no vaso sanitário!  MUITO BOA!!!
 
7. Você tá na frente do elevador da garagem do seu prédio e chega um que pergunta: 
- Vai subir?
 - Não, não, to esperando meu apartamento descer pra me pegar.  ÓTIMA!!!

 8. O homem chega à casa da namorada com um enorme buquê de flores. Até que ela diz:
 - Flores?
- Não! São cenouras.  Um TOSCO com bom humor!!

 9. Você está no banheiro quando alguém bate na porta e pergunta:
 - Tem gente?
- Não! É o cocô que está falando!  MARA!!
 
10. Você chega ao banco com um cheque e pede pra trocar: 
- Em dinheiro? ?
- Não, me dá tudo em clipes!  BOAA!!!

COMO ENLOUQUECER UM HOMEM

In Family on 25/10/2008 at 20:50

 M – Onde você vai?
H – Vou sair um pouco.
M – Vai de carro?
H – Sim.
M – Tem gasolina?
H – Sim… coloquei.
M – Vai demorar?
H – Não… coisa de uma hora.
M – Vai a algum lugar específico?
H – Não… só rodar por aí.
M- Não prefere ir a pé?
H – Não… vou de carro.
M – Traz um sorvete pra mim!
H – Trago… que sabor?
M – Manga.
H – Ok… na volta eu passo e compro.
M – Na volta?
H – Sim… senão derrete.
M – Passa lá, compra e deixa aqui.
H – Não… melhor não! Na volta… é rápido!
M – Ahhhhh!
H – Quando eu voltar eu tomo com você!
M – Mas você não gosta de manga!
H – Eu compro outro… de outro sabor.
M – Aí fica caro… traz de cupuaçu!
H – Eu não gosto também.
M – Traz de chocolate… nós dois gostamos.
H – Ok! Beijo… volto logo…
M – Ei!
H – O que?
M – Chocolate não… Flocos…
H – Não gosto de flocos!
M – Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
H – Foi o que sugeri desde o começo!
M – Você está sendo irônico?
H – Não… tô não! Vou indo.
M – Vem aqui me dar um beijo de despedida!
H – Querida! Eu volto logo… depois.
M – Depois não… quero agora!
H – Tá bom! (Beijo.)
M – Vai com o seu ou com o meu carro?
H – Com o meu.
M – Vai com o meu… tem cd player… o seu não!
H – Não vou ouvir música… vou espairecer…
M – Tá precisando?
H – Não sei… vou ver quando sair!
M – Demora não!
H – É rápido… (Abre a porta de casa.)
M – Ei!
H – Que foi agora?
M – Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
H – Calma… estou tentando sair e não consigo!
M – Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
H – O que quer dizer?
M – Nada… nada não!
H – Vem cá… acha que estou te traindo?
M – Não… claro que não… mas sabe como é?
H – Como é o quê?
M – Homens!
H – Generalizando ou falando de mim?
M – Generalizando.
H – Então não é meu caso… sabe que eu não faria isso!
M – Tá bom… então vai.
H – Vou.
M – Ei!
H – Que foi, cacete?
M – Leva o celular, estúpido!
H – Prá quê? Prá você ficar me ligando?
M – Não… caso aconteça algo, estará com celular.
H – Não… pode deixar…
M – Olha… desculpa pela desconfiança… estou com saudade… só isso!
H – Ok meu amor… Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!
M – Eu também!
M – Posso futricar no seu celular?
H – Prá quê?
M – Sei lá! Joguinho!
H – Você quer meu celular prá jogar?
M – É.
H – Tem certeza?
M – Sim.
H – Liga o computador… lá tem um monte de joguinhos!
M – Não sei mexer naquela lata velha!
H – Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
M – Tá.. ok… então leva o celular senão eu vou futricar…
H – Pode mexer então… não tem nada lá mesmo…
M – É?
H – É.
M – Então onde está?
H – O quê?
M – O que deveria estar no celular mas não está…
H – Como!?
M – Nada! Esquece!
H – Tá nervosa?
M – Não… tô não…
H – Então vou!
M – Ei!
H – Que ééééééé?
M – Não quero mais sorvete não!
H – Ah é?
M – É!
H – Então eu também não vou sair mais não!
M – Ah é?
H – É.
M – Oba! Vai ficar comigo?
H – Não vou não… cansei… vou dormir!
M – Prefere dormir do que ficar comigo?
H – Não… vou dormir, só isso!
M – Está nervoso?
H – Claro, porra!!!
M – Por que você não vai dar uma volta para espairecer?


 

O MÉDICO QUE ODIAVA SUPER-HERÓIS

In Family on 25/10/2008 at 19:55

Era 1954, e os Estados Unidos viviam sob o signo do medo. A guerra fria estava no auge. Por causa da paranóia anticomunista, Charles Chaplin não podia entrar no país e Albert Einstein era investigado pelo FBI. O clima de temor e suspeita era propício. Naquele ano, o renomado psiquiatra Frederic Wertham publicou A Sedução dos Inocentes, que descrevia em detalhes os “efeitos nefastos” dos gibis sobre as crianças. A saber: fomentavam a delinqüência juvenil, a discórdia entre irmãos, o mau hábito da garotada de não comer legumes e verduras e, se isso não bastasse, de estimular o homossexualismo. O livro incentivou o Congresso a vasculhar a indústria das HQs e a colocar Batman e Super-Homem no banco de réus.

 

Credenciais não faltavam ao doutor para convencer a opinião pública da época. Era o psiquiatra-chefe do maior hospital psiquiátrico de Nova York, o Bellevue. Na década de 20, recém-formado, correspondera-se com ninguém menos que Sigmund Freud, pai da psicanálise.

 

A reputação de Wertham era ilibada, mas algo não ia bem com a psique do doutor. Assim como em muitas tramas de gibi, o genial cientista foi ficando aos poucos obcecado por um objeto de repulsa e desejo. Suas pesquisas passaram a associar leitura de quadrinhos com violência. O psiquiatra lançou-se numa violenta diatribe, em dezenas de artigos, condenando os pobres gibis.

Foi Wertham o pai do boato da homossexualidade de Batman e Robin. Tudo porque, numa história, Bruce Wayne e Dick Grayson trocavam as roupas civis pelos uniformes de herói, separados apenas por um biombo. Por sua causa, a DC Comics teria criado a figura paternal do mordomo Alfred, a fim de frear a fama de gay do homem-morcego.

Com a publicação de “A Sedução dos Inocentes”, revistinhas foram queimadas em público no estado de Nova York. Um comissário de polícia de Detroit, Harry S. Toy, declarou que os gibis estavam infestados de ensinamentos comunistas. Os distribuidores começaram a devolver os exemplares. O rebu serviu de estopim para que o Congresso instituísse uma subcomissão de investigação dos quadrinhos.

As editoras, temendo uma regulamentação do governo, criaram o Comics Code, código de autocensura. Entre 1954 e o início da década de 70, o código exerceu seu poder de forma implacável na indústria dos quadrinhos. Só em 1971 as editoras passaram a questioná-lo: a Marvel, numa história do Homem-Aranha, mostrou Harry Osborn, amigo de Peter Parker, chapado de LSD. Em 1973, o psiquiatra surpreendeu a todos mudando de opinião, garantindo que os quadrinhos eram “válidos e construtivos”. Não adiantou. Frederic Wertham morreu desacreditado, em 1981.

O ex-menino prodígio da psiquiatria seria para sempre lembrado como o doutor que odiava os quadrinhos. É bem possível que nem o amigão Freud entendesse essa trajetória. E qualquer gibizeiro sabe que a sina de Wertham seguiu de perto as tramas de HQ: a do genial cientista que se transforma em vilão. No final, os super-heróis conseguiram derrotar o infame doutor W.

(Superinteressante Ed. 201)

Manda estagiário fazer, dá nisso…

In Family on 17/10/2008 at 18:48

Fotos que não vão pro álbum de casamento

In Family on 02/09/2008 at 16:34

E pra encerrar:

Meu amigo Andy Summeeersssssssss…

In Family on 04/06/2008 at 16:59

Minha filha mais nova,  Paola, tem uns amiguinhos famosos. Aqui embaixo é um deles ( o tiozinho de camisa florida), o Andy Summers, da banda Police.

 

A Paola (primeira à direita) comentou que ele não sorriu pra foto porque tinha deixado a dentadura no copo, em seu quarto no Copacaba Palace…

AMIGOS!

In Family on 04/06/2008 at 16:37

Passados mais de 50 anos, eis o que aprendi:

O tempo passa.
A vida acontece.
A distância separa.
As crianças crescem.
Os empregos vão e vêem.
O amor fica mais frouxo.
As pessoas não fazem o que deveriam fazer.
O coração se rompe.
Os pais morrem.
Os colegas esquecem os favores.
As carreiras terminam.

MAS… os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros existam entre vocês.

Um amigo nunca está distante,  está torcendo por você, intervindo em seu favor e esperando você de braços abertos, abençoando sua vida!

 

(com a colaboração do meu brotha Zé Inácio).

A Pietra está em Dubai

In Family on 02/06/2008 at 22:37

Minha filha mais velha, a Pietra, foi trabalhar no hotel JW Marriott, em Dubai – nos Emirados Árabes. Tirando as naturais apreensões por conta de adaptação ao clima (40 graus C agora, no verão ultrapassa os 52 graus!), à comida e aos costumes, está tudo correndo bem.

Ela até já aprendeu algumas palavras em árabe ( ainda não sei quais são…) e, na semana passada, teve um day-off no qual ela e seu “namorido” Rafa – que também está lá, trabalhando noutro hotel – fizeram um rápido city-tour. Algumas fotinhas:

 

 

“Lojinha” que só vende coisinhas de ouro…

 

O hotel Burj Al Arab, mais ou menos perto de onde ela está morando. Um 7 estrelas construído numa ilha artificial, onde Brad Pitt e a Angelina Jollie passaram férias na suíte real, cuja diária é de US$ 14,000.00…

 

 A Pietra disse que o trânsito lá se parece com a Marginal Tietê em São Paulo, sempre congestionado. É tudo muito longe, ela leva uma hora pra ir e voltar do trabalho. A foto foi tirada no “domingo” em Dubai, que é nas sextas-feiras. Não tenho a mínima idéia de onde seja isso.

 

A ligação entre a “parte nova” da cidade e o centro – os prédios ao fundo – onde fica o Hotel JW, o mais antigo de Dubai, com 15 anos de operação. Foi um dos primeiros, e hoje existem vários em construção. Nos próximos 2 anos, cerca de 10 novos hotéis serão inaugurados.

 

Também não faço idéia do que seja essa construção. Mas deve ser um dos novos hotéis ou condomínios. Preocupada com o fim das reservas de petróleo, viga de sustentação das finanças da cidade-estado até meados dos anos 90, a família real vem investindo para livrar a economia local da dependência do dinheiro do combustível. Atrair mais visitantes estrangeiros é um dos objetivos principais desse plano. Depois da inauguração do Burj Al Arab, outras obras gigantescas começaram a sair do papel. Uma delas é o The World, arquipélago artificial com o formato de um mapa-múndi. Orçada em 1,8 bilhão de dólares, a obra deve ficar pronta até o final de 2008. A cidade também está construindo um novo aeroporto, o Dubai World Central International Airport, planejado para ser o maior do mundo, com capacidade para 120 milhões de passageiros por ano.

 

A Pietra e o Rafa, personagens desta aventura…